segunda-feira, dezembro 31, 2007
Biel sabe tudo, 2 !
Gabriel e Luíza deixaram uma armadilha pro Bom Velhinho: uma barra de chocolate na sala. A lógica era que se ele realmente passasse por ali, iria comer o doce. Família saiu, para passar a véspera de Natal fora. Ao retornar para casa, as crianças verificam que só restou o papel amassado e o chocolate havia sido devorado. Ao se deparar com a cena, Biel afirma categórico: -"Mas véio, não é que ele existe mesmo???" Ps: Dinda Lelé, aguardo seu ok para meu relato!
quinta-feira, agosto 30, 2007
sexta-feira, julho 13, 2007
Caminho Inédito.
Incrível! Descoberto um novíssimo caminho que liga o Rio de Janeiro à cidade de Petrópolis! Este novo trecho é inédito, nunca dantes percorrido. É simples: basta passar por...Niterói!!! Ps: para quem é, sabe! Ps2: este post foi sugestão da mamãe, não tenho culpa!!!
domingo, junho 03, 2007
Therezinha de Jesus
Minha mãe "sofreu" nas mãos de meus tios, os quais sempre arrumaram um pretendente pior do que outro para ela. Mas acho que o melhor de todos foi este primo português, o qual mereceu até esta musiquinha composta por eles: "Olhe bem, prima Rosa, como ela é formosa. Tão engraçadinha, a prima Therezinha... E eu digo mais nada porque Eu não sei como o primo Octavio vai me areceber!"
Ps: importante considerar que a melodia de fundo é Jesus Alegria dos Homens!
terça-feira, maio 15, 2007
Histórias de "Cumadres e Cumpadres".
Ou: Histórias da Vó Landa. Pela estrada de terra, lá pelos idos de 1927, iam o cumpadre e a cumadre de cavalo. De repente, o cavalo da cumadre dá um pinote e ela, de saia, cai no chão de pernas para cima. Mais do que depressa, ela dá um pulo, levanta, olha para o cumpadre e pergunta: "-Gostou da minha ligereza?" O cumpadre responde: "-Gostar, eu gostei. Mas não sabia que tinha este nome!!" *** Cenário: uma noite um pouco fria, lá no interior de Goiás, nos tempos em que se tomava banho de bacia. A cumadre, de tardezinha, antes de tomar banho, grita ao cumpadre: "-Marido, você vai precisar de mim hoje?" E o cumpadre responde, perguntando: "-Por que, muié?" E a cumadre, na calma do interioranos naquela época, responde: "-Porque se não for precisar eu lavo só os pés!!!!!" Causos contados pelo Toko.
Ps: desculpa mais uma vez, pela demora em publicar. Prometo que vou agilizar estes processos!
quarta-feira, abril 25, 2007
EXEMPLAR
quinta-feira, abril 12, 2007
Beijando a Flor.
A mesma observação do post anterior, mas agora é do vovô.
Deixa que meu amor expanda seus desejos,
Beijando os lábios teus,
sem nunca me cansar.
Chega o meu peito ao teu e escuta-lhe o arquejo.
A boca perfumada, deixa-e beijar.
Porque é só amando que se trocam beijos.
Porque é só beijando que se apende a amar.
Octavio
Rio de Janeiro, novembro de 1908.
Linguagem dos Beijos
Obs: minha mãe encontrou esta semana, num bilhetinho escrito pela vovó.
Dizem que beijo na mão
Fala de amor e respeito.
Nos olhos, dizem paixão
Quando são dados com jeito.
No queixo, são fingimento.
Se são dados de má vontade,
Em vez de gozo, é tormento.
E nos braços, liberdade.
Nos dedos, indiferença.
No pescoço, muito ardor.
São beijos cheios de crenças
São beijos de muitos ardores.
Na boca do meu querido,
São dados de coração.
Dizem tudo neste mundo:
Antologia da Daphne: "Rata" de Academia.
Primeiro dia na academia. Cena totalmente inédiat, dada a minha lendária aversão ao lugar. Sala de musculação, pra piorar. Estou eu, na esteira, tentando não cair daquela parada. Então, com o coração aberto, cheio daquela boa intenção que só os mais puros têm (isto é uma hipérbole, antes que alguém me bata!!! voltando), eu chamo o monitor, para dar um aviso: "-Olha só, esqueceram um relógio aqui"na esteira. Então, na fração de um milésimo de segundo, eu olho e percebo que TODAS as esteiras possuíam um relógio igual, colocado na mesma posição. E, neste brevíssimo intervalo, quando o pobre e atônito rapaz ia abrindo a boca pra me responder, eu me antecipei e disse: "-Não precisa, não precisa! Eu já entendi!". Aí, ele segurou a onda. Mas eu devo ter sido motivo de muita gargalhada durante um bom tempo!!!
quinta-feira, março 15, 2007
quarta-feira, março 07, 2007
quinta-feira, março 01, 2007
Antologia da Daphne: odeio quem fala citando teóricos!
Reunião de trabalho com chefia doida pra "cortar cabeças". A equipe disposta num círculo, com duas "camadas" e tome de malhar dois funcionários. Depois que todo mundo falou, uma senhora que não fazia parte da empresa começa a falar. E a cada palavra, cita um teórico. Isto me deixa muito irritada, pois pra mim, é prova de que ela mesma não confia no que diz e precisa atribuir suas palavras a um terceiro. Daphne irritada. E toma de citação. Até que, lá pelas tantas, ela dispara: "- Como diz David Cooper"... Não conhecia o cidadão. E como o que ela dizia parecia algo ligado à psicologia, fiquei intrigada e perguntei para meu colega, sentado à minha frente (já que eu estava na "segunda camada") : "- Quem é David Cooper"? Meu colega respondeu que não sabia e só faltou dizer que também não queria saber. Permaneci intrigada. Pensei, pensei e 5 minutos depois, cutuquei-o novamente: "- David Cooper não é o mágico"? Ao que ele, deveras contido, me respondeu: "-Não, Daphne, este é o Coperfield"!
Filha de Economista...
Carnaval de 2007. Lelê ganha um CD gravado pelo Toko com marchinhas de carnaval e logo aprende a cantar todas elas. Paralelo a isto, ganha um cofrinho da "Vovó Dindinha" e vive recolhendo moedinhas para ele. Um dia, indo pra praia, Paolla coloca o CD pra tocar no carro. Lelê acompanha. Alalaô, Abre-alas, Me dá um dinheiro aí... Esta, é uma das preferidas da Lelê. E ela começa a cantar junto: "ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí..." E interrompe a música com a observação: "-Não, eu vou botar no meu cofrinho"!
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Piadas de Família: O Japonês Lacônico. Por: Dinda Nancy.
Diálogo da esposa apreensiva e seu sucinto marido japonês: -"Takoku Nakara, a empregada vai embora!" -"Problema seu". -"Mas é porque ela está grávida"! -"Problema dela". -"Mas o filho é seu"! -"Problema meu"!
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Sessão de música do Tio Dudu.
Meu gatinho fez piu, piu, piu, piu. Gato que pia, vai pra puta que o pariu. Meu gatinho piou tanto, que acabou botando ovo. Gato não bota ovo, Puta que o pariu de novo! Obs: Esta não é de salão...
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
A Primeira Impressão é Tudo.
Um dia, conversando com uma amiga, ela me mostrou um CD da Elis Regina e me pediu pra adivinhar qual música ela gostava mais. Como não conseguia atinar, ela deu uma pista: "aquilo que eu provoco nas pessoas". Mesmo assim não descobri e ela então respondeu: "Fascinação". Gostei muito daquela história e resolvi guardar na manga, pra uso futuro. Muitos anos depois... Estávamos - eu e minha amiga Lili - no baile de formatura de nossa amiga Roberta, onde uma banda ao vivo prestava homenagens a grandes nomes da música brasileira. Nisto, o vocalista anuncia uma homenagem a Elis Regina e eu penso: "oba! Boa oportunidade de usar aquela história, já que eles devem tocar a música mais óbvia da Elis". Virei-me para a Lili e disse: -"Eles agora vão tocar aquilo que as pessoas sentem quando me vêem"... E o vocalista começa: -" Alô, alô marciano...". Pano imediato!
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Derrubando o Circo.
Antes da gloriosa estréia de Luíza no picadeiro, Gabriel corria de um lado para o outro e, quando parava, pendurava-se numa das traves de sustentação do circo. Letícia: - Você vai acabar derrubando o circo em cima da gente. Daí eu vou morrer e você vai ficar sem dinda. Gabo: - Não tem problema, porque daí eu vou morrer também. Enviada por Letícia.
Danoninho.
Obs: esta funciona melhor na 'tradição oral' porque tem a ver com a pronúncia das palavras... mais voilà! Pouco antes de Tiago completar 4 anos, apareceu no mercado o danoninho líquido, na garrafinha. Letícia chega ao lar Capdeville Sobreira com algumas garrafinhas de danoninho e avisa: - Trouxe danoninho de beber. Passados alguns dias, os danoninhos continuavam intactos na geladeira. Letícia: - Uai, Tiago, você não gosta mais de danoninho? Tiago: - Gosto. Letícia: - Então por que você não tomou os que eu trouxe? Tiago: - E eu posso? Letícia: - Claro que pode. Eu trouxe pra vocês. Tiago: - Mas você disse que era danoninho de bebê e eu não sou mais bebê! Enviada por Letícia.
Nome e Sobrenome.
Cenário: Letícia e Gabriel, no parquinho, conversando sobre apelidos, nomes e sobrenomes. Gabo: - E eu chamo você de Dinda Lelé porque você é minha dinda. Porque eu sei que o seu nome mesmo é Tia Letícia. Enviada por Letícia.
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Má reputação
Estávamos eu, Paolla e Lelê assistindo a novela deitadas na cama. Então, numa determinada cena, a minha irmã pergunta qual o personagem que estava aparecendo e em seguida ela mesma responde: "ah, é o Leo e a Olívia". Lelê ouvindo isto, começa a falar: "Leonardo é o nome do papai. Você é a minha mamãe, a Paolla (e aponta para a minha irmã). E esta, é a piranha da dindinha". *** E aponta para o meu prendedor de cabelo que estava em sua mãozinha. *** Sem comentários! Foi uma gargalhada só. Ps: não sei se este é um termo usado nos outros estados. Mas no Rio, o prendedor que tem uns "dentes" que se cruzam chama-se piranha. Não é xingamento!!!
Da Periculosidade de Manejar Vocábulos Invulgares.
Na ASSEMP, tinha um funcionário meio metido a falar palavras mais difíceis. Um belo dia, a tia Maria estava fazendo umas contas e errou. Como é do jeitão dela, soltou bem alto: "Como eu sou burra"!
Mais que depressa, para impressionar a todos e tentando consolar a tia, o tal funcionário solta a seguinte pérola:
"Modéstia sua D. Lourdes, modéstia sua".
Bem...
Foi uma gargalhada só e o pobre coitado só não foi demitido, porque era mais burro que a dona da empresa... Enviada pelo Toko.
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Apelando pro Chefão.
Tia Maria todo dia levava a criançada pra escola. Ou melhor: as crianças Titinho e Ói e a adolescente Noni. E todo dia era aquela brigalhada: Ernestinho: "-Analfabeta, analfabeta"! Paolla: "- Não sou, não sou"! Ernestinho: "- É sim, você não sabe ler"! E a briga comia e Mônica torcia o nariz praqueles pirralhos gritando nos ouvidos dela (até porque Paolla gritando é pior que uma taquara rachada!). Um belo dia, com outro destino diferente da escola mas passando pelo mesmo caminho, Tia Maria dirigia acompanhada da minha mãe, Therezinha. E, manifestando um hábito que mantém até hoje, foi lendo todos os anúncios que via pelo caminho. Até que leu em voz alta ao passar por uma casa:
Tia Maria e minha mãe teceram algum comentário a respeito e seguiram em frente. No dia seguinte, recomeça a briga: Ernestinho: -" Você é analfabeta"! Paolla: -" Não sou!" Ernestinho: - "É sim!" Paolla: -" Não sou! Quer ver? Sabe o que está escrito ali naquela casa? Deus vende! Ps: aguardo reparos nesta história, já que eu ainda estava no "bico da cegonha" nesta época"!
Tia Maria e minha mãe teceram algum comentário a respeito e seguiram em frente. No dia seguinte, recomeça a briga: Ernestinho: -" Você é analfabeta"! Paolla: -" Não sou!" Ernestinho: - "É sim!" Paolla: -" Não sou! Quer ver? Sabe o que está escrito ali naquela casa? Deus vende! Ps: aguardo reparos nesta história, já que eu ainda estava no "bico da cegonha" nesta época"!
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Sessão de música do tio Alexandre.
"Eram duas caveiras que se amavam Depois apareceu uma terceira Que se chamava Pau de Cabeleira... À meia-noite, em pleno cemitério, Os fantasmas caminhavam lado a lado Exceto uma caveira pobrezinha Que por ser feia não tinha namorado." Enviada pela Leticinha.
Um bisneto do Juquinha dos cabelos loiros e dos olhos azuis.
Esta aconteceu no dia em que o Brasil "quase" perdeu para o Japão (seleção comandada pelo grande Zico!!) Tavinho: Papai, a Leticinha é sua prima? Dedé: Sim. Tavinho: Então, ela é minha prima-avó? (...) Dedé: Chama ela de tia. Desce o pano. Rápido! Enviada pela Leticinha.
segunda-feira, janeiro 15, 2007
MC Juliana
Juliana, a dancing nurse da família, estava atendendo uma senhorinha que estava muito nervosa, com medo de tirar sangue. Então, a senhora pediu à Juliana: -"Tenha cuidado, porque minha veia é bailarina". Ao que Juliana imediatamente retrucou, dando um rebolada funk: -"Não tem problema, porque se ela dança, eu danço!" Ps: minha mãe me contou este caso rapidamente, via msn. Se tem alguma parte faltando, ou relatada errado, por favor, me avisem que eu conserto!
sábado, janeiro 13, 2007
Biel sabe tudo! Ou: Um Shopping no Fim do Mundo.
Biel foi com sua família (mãe, pai, irmã e avó Nancy) a um shopping em Salvador que eles não sabiam bem onde ficava.
Na hora de entrarem, Toco meio atrapalhado, Liane tentando ajudar e as crianças falando.
Aí ao Biel pergunta:
"- Tá muito longe?"
A avó responde: "- Não, meu filho, no final desta reta já é o shopping." Ao que o Biel contra ataca: "- Que reta o quê! A terra é redonda!".
terça-feira, janeiro 09, 2007
Antologia da Daphne: Aprendendo a Ser Social ou O Espetáculo do Crescimento
Quando comecei a trabalhar com captação de recursos, ficava muito ansiosa. Sempre fui muito tímida, e achava que não tinha o savoir faire necessário para aquela função. Por isto, me dedicava arduamente a aprender com pessoas que eu julgava bem mais sociais que eu.
Um dia, haveria a inauguração da nova sede de uma organização parceira da qual eu trabalhava e iríamos lá, fazer um “resco-resco”. Só que a pessoa que iria junto comigo – habilidosa nesta tarefa – se atrasou. Por isto, ela me ligou e disse que eu fosse primeiro e já adiantasse o lobby. Fui com o coração na mão. O que eu iria falar? Mas fui. Chegando lá, fui tratando de cumprimentar um dos responsáveis pela instituição. Nós já nos conhecíamos e eu o achava mal apresentável, pois, apesar de seu cargo, ele estava todo suado (em plena recepção) e com a blusa aberta até o umbigo. Tomei coragem e parti pra cima dele: -“Que bom, né, ver que a coisa tá crescendo!” Obviamente, ele me olhou meio assustado com a minha afirmação. Eu ainda sem sair do salto, resolvi melhorar: -“Quer dizer, ver que o negócio tá subindo!” Depois desta, pedi licença, fui pro primeiro canto vago que encontrei no lugar e não saí de lá até que alguém conhecido chegasse!
Antologia da Daphne: Reunião com a Chefia 1
Tive uma chefia que afirmava “adorar o caos”. Por aí, dá para se ter uma idéia de suas atitudes...
Um dia, esta chefia resolveu convocar uma reunião. Para “cortar cabeças”. E era um tal de fazer lista de gente que seria mandada embora, que até dava dó. Lá pelas tantas, já com a lista elaborada, minha chefia vira-se para uma outra pessoa participante da reunião – composta por umas 10 pessoas - e diz: -“Tem que cortar! Tem que cortar! Só vai ficar quem tem compromisso!” Ao que eu, que até então me mantivera muda, contra argumentei:
-“Então ficarão todos! Porque todos são casados, chefes de família”! Nisto, a mesa vira-se toda para mim e diz em uníssono: -“Compromisso com a instituição, Daphne, com a instituição!”
Ditos do Velho Tátá 2
- Todo homem é um diabo. Não há mulher que isto negue. Mas todas andam atrás, de um diabo que as carregue.
- Fui ao médico hoje e ele me receitou uma dieta rigorosa: Cachaça não! Só “parati”! Bebidas, só as nacionais e estrangeiras. E comida, só posso comer de tudo.
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Poesias de Família 2
Eurico, o personagem mítico de nossa família, um dia resolveu atacar de poeta. E, admirado dos escritos do Vovô Alexandre ao piano, escreveu um verso também em pautas que estavam sobre o instrumento: - " Amar Sem ser amado"... Deixou o verso sem terminá-lo. Vovô Alexandre, um tempinho depois, se deparou com aquele início e resolveu concluí-lo: - "Amar, Sem ser amado... É como limpar o cu, Sem ter cagado..."
Marchinhas do Vovô Octavio 4
Ps: esta foi contribuição do Tátá. Menina diga a teu pai, que dele eu não tenho medo./ Menina, diga a teu pai, que dele eu não tenho medo. Eu já dei num aleijado, eu já dei num aleijado...Eu já dei num aleijado, veja que eu não sou brinquedo!
domingo, janeiro 07, 2007
Poesias de Família (Versão em inglês. Por Daphne e Mônica)
"Here comes the moon, Rounded like Carmen Miranda´s shoes. The day I don´t see you, I don´t put beans on fire"!
Poesias de Família
"Lá vem a lua surgindo, Redonda feito um tamanco. O dia em que não te vejo, Não ponho feijão no fogo!"
Marchinhas do Vovô Octavio 3
Um dia, meu pai me disse:/ minha filha, não se case! / Guarde a sua mocidade!/ Mas eu, que já tinha dado meu pobre coração, / disse pro meu velho/ que isto eu não fazia não! O velho ficou danado!/ De roxo, ficou amarelo/ desceu a escada abaixo/ com uma vara de marmelo: Toma, filha, casamento!/ toma, filha, casamento!
Ninguém segura este bebê.
Lelê é teimosa. Certamente, é um de seus maiores defeitos. Turrona mesmo. Noutro dia, estava na casa do avô Edson. A mulher do meu pai, Marisa, repetiu a mesma ordem várias vezes e nada da Lelê obedecer. Por fim, Marisa disse: -" Lecticia, você não está ouvindo não?" Ela respondeu: - "Não: tô surda!"
Eurico: o mito 2.
Eurico costumava dizer sobre o personagem de um livro, cujo nome (do livro) ainda não descobrimos: -" Rocambole? É uma oba maaavioosa! Ele ouba dos ricos pa dar pos pooobres!"
Eurico: o mito.
Eu ainda acho que este Eurico nunca existiu, é lenda da nossa família. Mas me juram que não, então, vamos lá.
- Ele servia de companhia para a Vovó Oscária que, recém-casada, ficava muito só em casa. E ela tinha medo de fantasma. E Eurico se espichava todo para ficar olhando em direção a outro cômodo da casa, ao que Vovó Oscária perguntava:
- "- Que isto, menino? Que tanto você olha?" E ele respondia:
- -"Não é nada não! É só a alma da Lalinha, pá lá e pá cá"... Ps: Lalinha era uma prima, que falecera há pouco tempo.
Marchinhas do Vovô Octavio 2
Quando o corcunda foi dançar a polca inglesa bateu com a mochila na quina da mesa/ quando o corcunda foi dançar a polca inglesa bateu com a mochila na quina da mesa. Eu sou corcunda, mas tenho dinheiro, por falta de moça, não fico solteiro. / Eu sou corcunda, mas tenho dinheiro, por falta de moça, não fico solteiro.
Ditos do Velho Tátá
- Dia de festa, todo mundo sabe: ninguém come na rua! Cada um na sua casa...
- Ah, e todo mundo também sabe que, dia de festa, é dia de "choppeidança"!
- Meu avô me telefonava e dizia: "você sabe quem é?" Eu sempre respondia: "não"! E ele completava: " É o Juquinha, dos cabelos louros e dos olhos azuis"!
Orgulho da Dinda 1
Lecticia falou pra minha irmã hoje: -"Mamãe, eu vou ao shopping hoje, e vou comer batata frita. Ela tá quente, mas a minha dindinha vai esfriar para mim." Ps: eu sei que para quem lê, esta fala não tem nada de expecional. Mas para mim, é a coisa mais excepcional do mundo. Porque penso que, dentro do pequeno universo da Lelê, o fato dela saber que eu estarei lá para ajudá-la a resolver qualquer problema, é a maior prova de que ela sabe o quanto eu a amo.
Marchinhas do Vovô Octavio 1
Vizinha conta seus patos/ pra ver se falta algum./ Vizinha conta seus patos/ pra ver se falta algum. Lá em casa tem muita pena/ lá em casa tem muita pena/ lá em casa tem muita pena mas pato não tem nenhum.
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Antológica: "Você Pinta?"
Eu não podia inaugurar o blog com outra história que não fosse esta. Isto já virou lenda, "causo" mesmo. Mas eu juro que é verdade, aconteceu comigo, há uns 3, 4 anos... Minha mãe estava participando de uma vernissage, com sua turma de pintura em tela. Então, como ela estava meio assoberbada, pediu que eu conversasse com seus convidados, a fim de fazer-lhes companhia. Lá fui eu, cheia de boa intenção, conversar com uma senhorinha que era nossa conhecida por frequentar o mesmo centro que eu há 10 anos. Seu nome também era Terezinha e nós a chamávamos carinhosamente de Teca. Teca me conhecia há algum tempo, sabia que eu sou incapaz de desenhar até mesmo uma casa sem que esta saia torta. Mas, sabe-se lá porque, no meio do papo que vai e do papo que vem, Tequinha pegou numa mecha de meu cabelo e perguntou: "e você, querida, também pinta?" Eu, de pronto, respondi: " não! Eu fazia luzes, mas como resolvi deixar crescer, estou deixando voltar pra cor natural!" Silêncio. Olhares. Acredito que ela aguardou que eu risse, pensando que se tratava de galhofa. Mas ela muito se enganara: eu estava falado seríssimo. Silêncio. Olhares. Ao que finalmente, ela completou: "eu estou perguntando se você pinta quadros"... E eu, finalizei: "ah não! eu só pintava o cabelo, quadro eu não pinto não"! Pano rápido.
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