A mesma observação do post anterior, mas agora é do vovô.
Deixa que meu amor expanda seus desejos,
Beijando os lábios teus,
sem nunca me cansar.
Chega o meu peito ao teu e escuta-lhe o arquejo.
A boca perfumada, deixa-e beijar.
Porque é só amando que se trocam beijos.
Porque é só beijando que se apende a amar.
Octavio
Rio de Janeiro, novembro de 1908.
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