segunda-feira, janeiro 08, 2007
Poesias de Família 2
Eurico, o personagem mítico de nossa família, um dia resolveu atacar de poeta. E, admirado dos escritos do Vovô Alexandre ao piano, escreveu um verso também em pautas que estavam sobre o instrumento: - " Amar Sem ser amado"... Deixou o verso sem terminá-lo. Vovô Alexandre, um tempinho depois, se deparou com aquele início e resolveu concluí-lo: - "Amar, Sem ser amado... É como limpar o cu, Sem ter cagado..."
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2 comentários:
Agora eu entendo que a infâmia é herança de família! rs
Salve, vovô Alexandre!
A infâmia vem desde os meus antepassados mais passados, rarara!
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